Minicursos

On-Line (o link e a plataforma serão encaminhados a tempo)
Data: 23 de maio de 2022
Horários: 9h às 12h e 19h às 21h
Carga horária: 4 horas

Labor docente: cuidado, salud y género
Prof. Dr. Moacir Fernando Viegas (coord.) http://lattes.cnpq.br/7209908795520636
M. ª. Aline Caroline da Rosa http://lattes.cnpq.br/2919135183580940
Me. Marcelo Eder Lamb http://lattes.cnpq.br/4733298775947401


Resumem:
Trabajo docente en el neoliberalismo. Trabajo docente, cuidado
y género. Condiciones laborales y salud de los docentes de educación
básica.


Contenido:
1- Cambios en el trabajo en general y en el trabajo docente en particular.
Trabajar en la sociedad neoliberal. Trabajo docente y
profesionalización. Movimientos de lucha y resistencia en el trabajo
docente (2 horas -mañana).

2- Cuidado en la labor docente en educación básica. Tareas domésticas y
labores docentes. Prácticas de cuidado en el trabajo diario de la
docencia en la educación básica” (2 horas – noche).


Descripción:
Este breve curso tiene como objetivo presentar los fundamentos y
aportar reflexiones sobre género y cuidado en la labor docente. Parte
de la observación que el género y el cuidado, cuestiones fundamentales
para la comprensión de la práctica social de la docencia, son todavía
muy poco discutidos en los estudios sobre la labor docente. Se
pretende, en el curso, a partir de una contextualización de los cambios
en el trabajo y sus repercusiones en el trabajo de docentes, traer
aportes de estudios e investigaciones, algunas de ellas realizadas por el
grupo de investigación Educación, Trabajo y Emancipación (UNISC),
sobre las formas en que las categorías de género y cuidado se articulan
en la docencia. También pretende destacar los procesos de
afrontamiento que el abordaje de estas categorías visibiliza en el trabajo
de los docentes.

Referencias:

  1. ANTUNES, Ricardo. Adeus ao trabalho? Ensaios sobre as metamorfoses
    e a centralidade do mundo do trabalho. São Paulo: Cortez, 2006.
  2. ._______Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e negação do
    trabalho. 2.ed. São Paulo: Boitempo, 2009.
  3. BORIS, Eileen. Produção e reprodução, casa e trabalho. Tempo Social, v.26, n. 1, p. 101-121, 2014.
  4. CURY, Carlos R. J. Educação e Contradição: Elementos metodológicos para uma teoria crítica do fenômeno educativo. 7ª ed. 2000.
  5. DAL ROSSO, Sadi. Mais Trabalho! A intensificação do labor na sociedade
    contemporânea. São Paulo: Boitempo, 2008.
  6. ENGUITA, Mariano F. O trabalho atual como forma histórica. In:
    ENGUITA, Mariano F. A face oculta da escola: educação e trabalho no
    capitalismo. Porto Alegre: Artes Médicas, 1989.
  7. FEDERICI, Silvia. Mulheres e a caça às bruxas: da Idade Média aos dias
    atuais. 1 ed. São Paulo: Boitempo, 2019.
  8. _____. O ponto zero da revolução: trabalho doméstico, reprodução e
    luta feminista. São Paulo: Elefante; 2019.
  9. HIRATA, Helena. O trabalho de cuidado. In: HIRATA, Helena;
    GUIMARÃES, Nadya Araújo (Orgs.). Cuidado e cuidadoras: as várias
    facetas do care. São Paulo: Atlas, 2012. p. 27-35.
  10. HYPÓLITO, Álvaro Moreira. Trabalho docente, classe social e relações de
    gênero. São Leopoldo: Oikos, 2020.
  11. KERGOAT, Danièle. Divisão sexual do trabalho e relações sociais de sexo.
    Trabalho e cidadania ativa para as mulheres: desafios para as Políticas
    Públicas. São Paulo: Coordenadoria Especial da Mulher, p. 55-63, 2003.
  12. KOSIK, Karel. Dialética do concreto. 2. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra,
    1976.
  13. MARX, Karl; ENGELS, Friedrich. A ideologia alemã. Montevideo: Pueblos
    Unidos: Barcelona: Grijalbo,1974.
  14. MARX, Karl. Manuscritos econômicos-filosóficos. 1ª edição. São Paulo.
    Boitempo, 2004.
  15. OLIVEIRA, Mariana Esteves de. “Professor, você trabalha ou só dá
    aula?”: O fazer-se docente entre História, Trabalho e Precarização na
    SEE-SP. 2016.
  16. ROSA, Aline Caroline da. Sentidos e Significados do trabalho docente na
    Educação Infantil: Um diálogo a partir das condições de trabalho.
    Dissertação (Mestrado em Educação) – Universidade de Santa Cruz do
    Sul. Santa Cruz do Sul, p. 184. 2021.
  17. SARUP, Madan. Marxismo e educação: abordagem fenomenológica e
    marxista da educação. Guanabara, 1986.
  18. SAVIANI, Dermeval. Trabalho e educação: fundamentos ontológicos e
    históricos. Revista Brasileira de Educação, v. 12 n. 34 jan./abr. 2007, p.
    152-180. Disponível em: https://www.scielo.br/pdf/rbedu/v12n34/a12v1234.pdf&gt .
  19. SOARES, Ângelo. As emoções do care. In: HIRATA, Helena; GUIMARÃES,
    Nadya Araújo (Orgs.). Cuidado e cuidadoras: as várias facetas do care.
    São Paulo: Atlas, 2012. p. 44-59.
  20. SOUZA, Davisson Charles Cangussu de; FERNANDES, Bárbara Pereira;
    FILGUEIRA, Vanessa. Racionalização, intensidade e controle do trabalho
    docente. Trabalho & Educação, v. 24, n. 3, p. 139-157, set./dez., 2015.
  21. TARDIF, Maurice; LESSARD, Claude. O trabalho docente: elementos para
    uma teoria da docência como profissão de interações humanas. Editora
    Vozes, 2014.
  22. VIANNA, Cláudia Pereira. O sexo e o gênero da docência. Cadernos
    pagu, n. 17-18, p. 81103, 2002.
  23. VIEGAS, Moacir. Condições de trabalho e saúde dos trabalhadores
    docentes das escolas públicas do Vale do Rio Pardo (RS). In: VIEGAS,
    Moacir; KRUG, Susana Beatriz Frantz; SCHUH, Laísa Xavier (Orgs.).
    Estudo e reflexões sobre trabalho, educação e saúde. Porto Alegre:
    EDIPUCRS, 2020. p. 259- 286.
  24. ZELIZER, Viviana. A economia do care. In: GUIMARÃES, N. A.; HIRATA, H.
    (Org.). Cuidado e cuidadoras: as várias faces do trabalho do Care. São
    Paulo: Atlas, 2012. p. 15-28.